Participantes do Projeto

Participantes do Projeto (9)

Sylvio Rockomodo

Tuesday, 22 November 2016 00:19 Written by

Sylvio Rockomodo, nasceu em Santos, formado em Medicina Veterinária e Zootecnia pela USP em 1975.

Idealizador do Projeto ROCKOMODO nascido de duas paixões:

A música, um sonho antigo de adolescente, componente de uma das inúmeras bandas de rock dos 60 e os animais que o levaram à Veterinária nos 70 até hoje, trabalhando em vários setores da formação. Retornou a música no início dos anos 2.000. 

De fã e admirador dos integrantes do projeto, mais alguns amigos que se juntaram a proposta no decorrer dela, a amizade e o companheirismo do grupo, tornou realidade a criação, produção e direção do projeto, um grupo com objetivos e interesses comuns, realizando novas músicas, hoje com mais experiência, conhecimento, tecnologia e criatividade.

Uma das características principais do Projeto ROCKOMODO é a união e amizade, além de estar aberto a novos caminhos, para manter a meta principal que é a preservação e o resgate da história viva de nosso Rock Popular Brasileiro.

Discografia:

                    ROCKOMODO (2007)

                    ROCKOMODO*VIDA (2016)

                    

 

Alaor Coutinho

Tuesday, 22 November 2016 00:11 Written by

Alaor Checchia Coutinho, 12/03/1954 – São Paulo, SP – Brasil.

 

Paulistano do Bixiga, guitarrista auto-didata, cantor e locutor publicitário. Estudou nos tradicionais  I.E. Caetano de Campos, Col. Aplicação/USP, Col. Rio Branco e Univ. Mackenzie (sem completar os cursos de Eng.Elétrica e Arquitetura). Como radialista, foi produtor e apresentador das rádios Jovem Pan AM e FM, Bandeirantes FM, Globo FM (atual CBN), Metropolitana FM e Rede Transamérica FM, onde também exerceu a Gerência Artística Nacional. Fez parte do histórico Show de Rádio, de Estevam B. Sangirardi. Integrou bandas “cover” tais como Rock Memory(fundador), American Graffiti, hoje atuando com seu trio Oldies Mobile e Sunday ao lado de Vivian e Helio Costa Manso. Desde 1993 apresenta-se em eventos corporativos, com o show “Quebra-vozes” – parceria com o consagrado humorista Beto Hora (líder de audiência com seu programa Na Geral, ao lado de Lélio Teixeira e Zé Paulo da Glória, na Rádio Bandeirantes).

 

 

 

 

 

Hélio Costa Manso

Tuesday, 22 November 2016 00:09 Written by

Hélio Costa Manso 

É um cantor brasileiro, ex-vocalista, tecladista e líder do grupo de rock “The Mustangs”, na época da Jovem Guarda.

No início dos anos 70, foi um dos fundadores do grupo “Sunday”  e com ela, gravou várias músicas até ganhar, com "I'm Gonna Get Married", o prêmio do disco mais vendido do ano de 1971.

 

Hélio alcançou expressivo sucesso gravando e compondo para a Rede Globo vários temas de novelas sob o pseudônimo de Steve MacLean, obteve sucesso com “Air for a great love” e “True love”.

 

Hélio Costa Manso, mais tarde, foi diretor musical dos selos RGE e Som Livre .  Hélio é produtor de discos e foi executivo de importantes gravadoras no Brasil e no exterior.

Em 1982 o Sunday gravou para a Som Livre, sob o pseudônimo de Midnight Ramblers, um Cd de Country Music que foi um dos mais vendidos no ano.

No começo dos anos 90, Helio criou pela Som Livre, um projeto com 4 Cds denominado “Hits Again” que trazia exclusivamente as músicas mais famosas dos cantores e bandas brasileiros que cantavam em inglês. É até hoje um dos produtos mais vendidos da história da Som Livre. 

  Discografia:

• 1970 - Hand by Hand (Side by Side)/Rain 

• 1970 - Well All Right/A Hard Way To Go 

• 1971 - Let's Make A Prayer/All The Words To Me 

• 1971 - Sit Down/I've Been A Bad Bad Boy/Children of My Mind/I'm Unhappy In This World 

• 1972 - Sunday 

• 1973 - Coralie/Forgive My Love (The Carpet Baggers) 

• 1970 - I'm Gonna Get Married (compacto duplo) 

• 1981 - Country Music - The Midnight Ramblers

• 1982 - Os Imigrantes - Trilha Sonora (participação)

• 1999 - Hits Again (I’m gonna get married & Paloma)

• 2000 - Show Celebration 2000 – CD & DVD

 

 

Contato

Helio (11) 9-7222-7282 

 

Johnny Boy Chaves

Monday, 21 November 2016 23:08 Written by

Johnny boy & banda

                                     

Johnny Boy Chaves, atualmente membro do grupo “IRA”, músico multinstrumentista, cantor , compositor , arranjador e produtor . Sempre um show de bom gosto, criativiade e versatilidade, com revigoradas releituras para clássicos de “Joe Cocker”, “The Doors”, “The Animals”, “Elvis Presley”, “Creedence Clearwater Revival”, “Jerry Lee Lewis”, “Santana”, entre muito outros.

Incluindo também a especial versão de Johnny Boy para “What’s going on” de Marvin Gaye, e que faz parte do cd “as músicas do programa Amaury Jr”, o premiado cd do colunista Amaury Jr. (disco de ouro em 2007).

Johnny Boy também relembra bons momentos de seus trabalhos com Raul Seixas, Marcelo Nova, Nasi, Irmãos do Blues...

Um show diferente onde Johnny Boy é acompanhado por três saxofones, baixo e bateria, mais sua voz, guitarra e teclado garantem uma carga emocional eletrizante com autenticidade, interação e muita musicalidade.

Johnny Boy chaves sempre presente no projeto Rockomodo como músico multinstrumentista, cantor , compositor , arranjador e co-produtor desde sua criação .   

Www.johnnyboy.com.br                      This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

 

Edy Star

Monday, 21 November 2016 23:03 Written by

 Nascido às margens do Rio São Francisco, em Juazeiro (BA), Edy Star vem de uma família de classe média de Salvador. O pai era escriturário, fotógrafo amador e atuava como juiz de futebol nas horas vagas. Sua mãe, dona-de-casa. Os dois se conheceram quando o pai de Edy foi apitar num jogo em Juazeiro. O relacionamento dos dois não era muito bem visto pela família do pai, mas ele acabou se casando e fixando residência em Juazeiro. Edy nasceu em 1938 e um ano depois a família se mudou para Salvador.

 

Com seu irmão e irmã, Edy teve uma infância agradável na capital baiana, vivendo numa ampla casa com quintal repleto de bananeiras, coqueiros e mangueiras. Sempre leu muito desde pequeno, de gibis a revistas como O Tico Tico, Edição Maravilhosa, Vida Infantil, etc, a publicações como Revista da Semana, O Cruzeiro e Revista Globo.

Aos 17 anos, já tinha lido quase toda a literatura clássica juvenil, de Alexandre Dumas a Érico Veríssimo, de Monteiro Lobato a Charles Dickens, de Edgar Alan Poe a Jorge Amado. Sempre gostou muito de desenhar e assim aprimorou seu traço que anos mais tarde foram a base para sua carreira paralela como pintor.

Outra paixão de Edy é a música. Em sua casa, ouvia principalmente as rádios Nacional (do Rio de Janeiro) e Mayrink Veiga, além dos programas locais da Rádio Sociedade da Bahia - principalmente a Hora da Criança, que ia ao ar todos os domingos às 9 horas da manhã. Seu pai costumava levá-lo aos estúdios do programa, que era comandado pelo professor e jornalista Adroaldo Ribeiro Costa. Quando chegava em casa, improvisava microfone e palco no quintal, e cantava com seus dois irmãos.

A primeira experiência de Edy com o palco aconteceu quando ele tinha 13 anos (1951). Seu pai o observava nas sessões improvisadas de cantoria e o inscreveu no programa A Hora da Criança. Durante os ensaios, realizados no Passeio Público de Salvador, teve também aulas de teatro. Montavam operetas baseadas na obra de Monteiro Lobato e a primeira peça de Edy foi 'Narizinho', em que encarnou o Major Agarra-e-num-larga-mais, um sapo guardião do palácio das Águas Claras. Ganhou nessa época o apelido de 'sapo'.

Carreira

Começou sua carreira artística em Salvador, para onde se mudou ainda bem pequeno. No início dos anos 1960, na capital baiana, já se apresentava cantando nas rádios Sociedade da Bahia e Cultura da Bahia e foi numa delas que fez amizade com o também baiano Raul Seixas que integrava o grupo Os Panteras.Atualmente, Edy é o único remanescente do grupo intitulado "Sociedade da Grã-Ordem Kavernista", criado por Raul Seixas, na época produtor da CBS Records.

Aos vinte anos fez um curso na Petrobrás onde chegou a trabalhar, um ano depois foi trabalhar em um circo, nessa época conheceu Caetano Veloso e sua família.

Em 1992 foi para a Madri, na Espanha, onde morou por 18 anos. Lá trabalhou como mestre-de-cerimônias de cabarés.

Foi convidado pela Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, para apresentar-se na Virada Cultural de São Paulo, em maio de 2009, e por sua performance refazendo todo o disco "Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10", foi considerado o Melhor Show do Palco 20 Anos sem Raul.

Encontro com Raul e a Sociedade Kavernista

Paralelamente iniciou sua carreira como cantor nas rádios Sociedade da Bahia e Cultura da Bahia, onde conheceu Raul Seixas. No início, a relação de ambos não era das melhores. Raul era a atração principal da emissora (com seu grupo Os Panteras) e ficou enciumado ao ver o sucesso que Edy fez com sua versão histriônica de um sucesso da época, La Bamba. A presença de palco de Edy conquistou muitos fãs entre os ouvintes e público (os shows eram ao vivo no estúdio da rádio), mas entre eles não estava Raul. No entanto, aos poucos, os dois foram vendo que tinham mais afinidades do que diferenças e a amizade logo se firmou.

Quando Raul foi contratado, em 1970, como produtor musical pela gravadora Columbia (CBS Discos), no Rio de Janeiro, levou Edy com ele. O primeiro trabalho da recém formada parceria foi a gravação de um compacto de Edy (que ainda não havia adotado 'Star' como sobrenome): no lado A, 'Aqui é quente, bicho', composição de Raul especialmente feita para Edy. No lado B, 'Matilda', produzida por Raul.

Em 1971, Raul, Edy, Sérgio Sampaio e Míriam Batucada se juntaram para gravar o disco Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10. O disco, inspirado no Sgt. Pepper's dos The Beatles e no compositor e instrumentistas americano Frank Zappa, foi lançado em setembro e completamente ignorado por público e crítica. Há muitas lendas em torno do disco e uma delas diz que Raul, Sérgio, Edy e Míriam gravaram as músicas às escondidas, à noite, sem que ninguém na CBS soubesse, e que por esse motivo Raul Seixas, então um bem-sucedido produtor da gravadora, teria sido demitido. “Isso é uma bobagem”, afirmou em entrevista para a revista Outra Coisa (edição de agosto de 2007).

“ O diretor-presidente entrou de férias e coincidiu. Ele não sabia mas o pessoal todo do estúdio de gravação estava lá, foi um trabalho profissional, não foi feito nas coxas. Infelizmente o disco não teve apoio, divulgação, nada. E também não vendeu, não chamou a atenção nem do público nem da crítica e encalhou nas lojas. Mas isso não foi privilégio nosso. O Araçá Azul, do Caetano, que é uma maravilha, também foi execrado quando foi lançado”, lembra. “E Raul não foi demitido. Tanto que no ano seguinte, em 1972, ele produziu o compacto Diabo no Corpo, de Míriam Batucada. Saiu tempos depois, numa boa, com um bom contrato em outra gravadora (RCA Victor). ”

Edy vira Star

Depois da experiência kavernista, Edy passou a cantar em cabarés e boates da Praça Mauá, no Rio de Janeiro, no período entre 1972 e 1973, adotando o sobrenome 'Star'. O local era ponto habitual de artistas, jornalistas e intelectuais da época, e o show de Edy chamou a atenção da turma d'O Pasquim, que o elevou a condição de pop-star. Passou então a atuar em boates da zona sul carioca (como a badalada Number One) e em teatros de revista, além de temporadas em São Paulo (boate Up's). Foi contratado pela gravadora Som Livre, onde gravou em 1974 o disco Sweet Edy, com composições feitas especialmente para ele por nomes consagrados da música popular brasileira, entre os quais Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Foi contratado também pela Rede Globo de Televisão e participou de programas musicais na extinta Rede Tupi (1973-1976).

Como artista plástico, tem no currículo mais de 30 exposições nos Estados Unidos e Europa, 16 das quais individuais e quatro Bienais. Seu penúltimo catálogo de obras tem prefácio escrito pelo escritor Jorge Amado. Suas obras estão em museus e coleções particulares brasileiras. Como artista plástico, Edy é verbete no Dicionário de Artes Plásticas do Brasil, de Roberto Pontual.

Como cantor de Rock Glam, é verbete da enciclopédia ABZ do Rock Brasileiro, de Marcelo Dolabela (1987).

Frank-n-Furter de Rocky Horror Show

Em 1975, foi convidado pelo produtor Guilherme Araújo (falecido em março de 2007) para fazer o papel de Frank-n-Furter, o cientista transsexual de Rocky Horror Show, na primeira montagem brasileira da peça de Richard O'Brien - realizada no Teatro da Praia, em Ipanema. Jorge Mautner traduziu o texto e foram convidados a participar nomes do rock nacional da época, como Wanderléia, Raul Seixas, Zé Rodrix e outros. Apenas Zé Rodrix vingou no elenco. Edy inicialmente recusou o papel por discordar da tradução sem adaptação para o Brasil das referências a filmes B de terror americanos e também por não gostar da indicação de Rubens Corrêa para a direção da peça. O papel principal ficou com Eduardo Conde. Faziam parte do elenco: Vera Setta, Betina Viana, Wolf Maia, Nildo Parente e Lucélia Santos.

Vinte dias depois da estreia, Conde ficou doente e Guilherme Araújo retomou o contato com Edy para que ele assumisse o papel, com a missão de fazer o público rir - o que não vinha acontecendo. Uma semana depois, Edy assume o personagem de Frank Father e promove muitas improvisações, o que provocou reações contrárias de parte do elenco. Mas o público gostou da mudança e todos aderiram ao clima de chanchada.

Tomou gosto pela produção teatral e na década de 1980 passou a escrever e dirigir peças, como a comédia A Gargalhada do Peru, atuando ao lado de Leda Lúcia e Jorge Lafond em teatros do Rio de Janeiro e norte do país (1986-1988). Uma releitura sua do clássico O Belo Indiferente, de Jean Cocteau o levou em 1992 ao Festival de Teatro en Primavera de Madri, Espanha. Lá foi convidado com seu grupo a participar das comemorações dos Jogos Olímpicos de Barcelona (1992). Decidiu então fixar residência na Espanha, primeiramente na cidade catalã e, depois, em Madri. Em 1995, ganhou os prêmios de Melhor Ator de Teatro Alternativo e de Grupo Revelação, com a peça Un Payaso Perdido en Madrid.

É contratado desde 1992 da 'casa de fiestas' (cabaré) Chelsea, em Madri, como diretor de shows.

Discografia

1970 - Compacto (Matilda/Aqui é quente, bicho!)

1971 - Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das Dez (com Raul Seixas, Sérgio Sampaio e Miriam Batucada)

1973 - Sweet Edy (Disco de Carreia solo)

1975 - Compacto (Baioque)

1975 - Trilha Sonora da Novela "Corrida do Ouro" (Música: A bem da verdade - de Zé Rodrix)

1979 - Zaza Big Circus (Produzido por Zé Rodrix)

2011 - Carrossel de Baco (Participação na Faixa 2)

2012 - 100 anos de Gonzagão (Canta 3 músicas no disco)

Luis Vagner

Monday, 21 November 2016 09:53 Written by

 

 

Nascido e criado numa família ligada à música (seu pai, Vicente Lopes, era músico da orquestra Copacabana Serenaders, e seu avô, Romario Lopes Brasil , além de fotógrafo, era flautista), Luís Vagner logo cedo teve contato com a música. Seu primeiro violão foi presente do avô e desde então procurou seu próprio caminho, após receber influências de todo o tipo de música. O que no entanto foi marcante para sua escalada musical foi a descoberta do rock, ao ver o filme No balanço das horas, um dos marcos do estilo no Brasil. Começou a compor algumas músicas.

 

 Início da trajetória musical

 

Em 1963, se muda com a família para Porto Alegre e participa da banda de rock The Jetsons, formada por ele e mais 4 integrantes, que chegou a acompanhar alguns cantores que por lá se apresentavam. Em 1966, a banda migrou para São Paulo e se transformou na banda Os Brasas. Da formação original dos Jetsons, ficaram apenas Edson da Rosa e Luís Vagner, contando com mais dois integrantes: Anires Marcos e Franco Scornovacca (que chegou a gravar um disco de samba-rock em 1978 e hoje é produtor e empresário musical, além de pai do trio de irmãos KLB). A banda contava com um repertório próprio, tendo Luís Vagner e Tom Gomes (seu mais constante parceiro nessa época) como principais compositores. Nesse período, o cantor e compositor carioca Demétrius gravou a canção "Magoei seu coração", primeiro registro em disco de uma música de Luís Vagner.

 

 O reconhecimento como compositor

 

Em 1968, Os Brasas gravam seu único disco, com composições próprias. Nesse mesmo ano, o cantor niteroiense Ronnie Von grava a música Sílvia, 20 horas domingo, de autoria de Luís Vagner e Tom Gomes. Em 1969, com o fim dos Brasas, Luís Vagner começou então a trabalhar em estúdios como músico e produtor. Participou de alguns álbuns (como o disco da banda de soul Os Diagonais, de onde saiu o cantor e compositor paraibano Cassiano) e suas músicas foram gravadas por artistas como o cantor carioca Wilson Simonal e os irmãos vocais do Trio Esperança. Em 1971, participou do disco Vida e Obra de Johnny McCartney, do cantor e guitarrista potiguar Gileno (ex-parceiro de Lílian Knapp, na famosa dupla jovem-guardista Leno e Lílian), disco que viria a ser o primeiro gravado em 8 canais no Brasil. Em 1972, compôs uma de suas mais marcantes canções, Como?, gravada pela primeira vez pelo cantor e compositor pernambucano Paulo Diniz e posteriormente por muitos cantores brasileiros, entre eles o compositor e violonista paulistano de samba-rock Bebeto. Em 1973, escreveu mais uma música que faria um grande sucesso: trata-se de Camisa 10, parceria com o compositor carioca Hélio Matheus, lançada pelo sambista santista Luiz Américo, que se tornou um hino futebolístico, graças à performance da Seleção Brasileira de Futebol daquele ano.

 

A carreira solo

 

Em 1974, gravou seu primeiro disco, "Simples", e iniciou uma fusão de ritmos e gêneros musicais que o acompanhavam desde criança. Nesse disco, o samba-rock "Só que deram zero pro Bedeu" (homenagem a Jorge Moacir da Silva, o Bedeu, compositor gaúcho que forneceria muitos sucessos a Bebeto) repercute bem dentro do cenário de música negra no Brasil. Esse álbum, assim como alguns outros, é 100% autoral. Ainda em 1974, participou do disco "1990 - Projeto SalvaTerra", do cantor e compositor carioca Erasmo Carlos, tocando viola na música "A experiência". Em 1975, grava o disco "Cousas e lousas", que está fora de catálogo. Nesse mesmo ano, compõe com Bebeto "Segura a nega", que fez parte do álbum de estréia do violonista paulistano e foi redescoberta por DJs e grupos de samba-rock do século XXI. Paulo Diniz gravou "As Estradas", mais uma parceria com Tom Gomes. Em 1976, gravou o disco "Luís Vagner", que ficou conhecido como "Guitarreiro", em virtude do sucesso da música que abre o disco, uma autobiografia. Nesse período, era conhecido como "gaúcho guitarreiro", alcunha que o acompanha até hoje. Continuou trilhando o caminho da fusão musical, tendo inclusive influências da chula, da guarânia e do reggae, esse último ritmo que o segue de forma mais marcante até hoje.

 

 Em 1978, participa do disco de Franco Scornovacca como guitarrista e tem a sua música "Guitarreiro" regravada nesse álbum. E compõe "Se quiser chorar por mim" e "Gandaia" com o cantor e compositor mineiro Wando, músicas registradas no disco "Gosto de maçã", de Wando. Ainda em 1978, sua composição "Guria" integra a trilha sonora da novela da Rede Globo "Dancin' Days". Em 1979, gravou seu disco "Fusão das raças", um trabalho de linguagem mais pop, mas também voltado para a diversidade musical. Além da inclusão de "Guria" (com participação vocal do cantor e compositor Paulinho Camargo), gravou pela primeira vez "Como?" e fez leitura inusitada de "Garota de Ipanema", do maestro e compositor Tom Jobim e do poeta e letrista Vinícius de Moraes. Em 1981, foi homenageado pelo cantor e compositor carioca Jorge Ben, com quem conviveu durante a época da Jovem Guarda. A música "Luís Vagner Guitarreiro" consta do álbum "Bem vinda amizade". Os sambas "Embrulheira" e "Como?" e foram gravados por Bebeto em seu disco homônimo. Em 1982, gravou o disco "Pelo amor do povo novo" e participa do festival de MPB da Shell com o samba "Crioulo glorificado", de Jorge Ben. Já no ano seguinte, cantando uma música feita por Jorge Ben em homenagem a Gretchen, faz participação no álbum que leva o nome da cantora, além de gravar um clipe. Em 1986, lançou seu primeiro disco ao vivo "O som da negadinha", com regravações de seus sucessos. Em 1987, teve a música "Oi" gravada pelo percussionista paulista Branca di Neve no disco "Branca mete bronca vol.2".

 

Em 1988, gravou o disco "Conscientização", um disco de reggae que contém entre outras a música "Oi". Ainda em 88, se junta a Toni Tornado, Lady Zu, Carlinhos Trumpete e Tony Bizarro para gravar o disco-manifesto "Alma negra". Em 1989, realizou uma turnê pelo sul do Brasil, em lançamento do disco "Conscientização", boicotado pela gravadora Copacabana, que não mandou o disco para as lojas. Após a turnê, em 1990, ele e o produtor Mauro Pinheiro, a convite do amigo leal Produtor Musical e Percussionista Luiz Carlos de Paula, resolvem fazer uma viagem a França e lá gravam "Cilada" junto com a Banda Amigos Leais. Esse trabalho não foi lançado no Brasil. O trabalho foi gravado em duas etapas. A primeira, ao vivo no "Jazz à Vienne", um dos maiores festivais musicais da França, e a segunda em um estúdio na periferia de Paris chamado John Lennon. De 1989 a 1991, músico e produtor se instalam na cidade de Vaux Sur Senne, uma pequena vila distante 40 km de Paris. Com uma base montada na pequena ilha, se associam à jornalista francesa Michéle Pelé e iniciam uma fase de muitos shows pela França. Voltando ao Brasil em 1992, estréia um show no Aeroanta onde recebe a Banda The Wailers. Realiza uma série de shows por praças publicas em São Paulo e inicia a produção de "Vai dizer que não me viu ...", lançado em 1994 pelo selo independente DAAZ, finalizando mais um ciclo muito produtivo de sua carreira. Luis Vagner volta à antiga parceria com o produtor Nilton Ribeiro e grava pela Paradoxx "Brasil Afrosulrealista", com a presença constante do reggae e "Swingante" onde retorna ao samba-rock.

 

 O guitarreiro e o retorno do samba-rock

 

Em 2001, com a volta do samba-rock ao cenário musical, conseguiu nova projeção e se apresentou em diversas casas em São Paulo e Porto Alegre. Nessas ocasiões, foi freqüente a participação especial da banda paulistana Clube do Balanço, que teve em seu disco de estréia três músicas do guitarreiro (que participou inclusive da gravação do disco): "Saudade de Jackson do Pandeiro" (com Bedeu), "Trilha guitarreira" (com o guitarrista e compositor paulistano Marco Mattoli, líder da banda Club do Balanço e "Segura a nêga" (com Bebeto). Na faixa "Falso amor", de Bedeu, divide vocais com Mattoli.

 

 Projeto

 

No ano de 2009 em Abril, foi convidado pelo musico-percussionista e produtor LUIZ CARLOS DE PAULA, para participar de um projeto internacional, fazendo parte do ""THE JAMMING CARIBBEAN GROUP"" BOB MARLEY TRIBUTE, realizando 12 shows em MONACO Monte-Carlo no ""MOODS MUSIC BAR"" , Performed by: MONTY COOL (Singer and Steel Drums), LUIS VAGNER (Guitar-vocals), HACEN DJEGHBAL (Eletric Bass), JO KAYAT (Keyboards), MAX BLAISE (Drums)- ROSE DE FRANCE (Produção Artistica) e com LUIZ CARLOS DE PAULA na produção e direção musical. De volta ao Brasil Luis Vagner, segue na finalização do seu mais recente CD. de carreira ainda sem uma data definida de lançamento. Em Outubro de 2010 Foi convidado do Grupo Sandalia de Prata, para participar de shows em eventos do SESC pelo estado de São Paulo Em Dezembro de 2010 Retornou ao PRINCIPADO DE MONACO á convite de LUIZ CARLOS DE PAULA para participar do Quarteto Bananeira junto com MARCO "CAIXOTE" PONTES (Keyboards), ROSE DE FRANCE (Voz e Saxofone), LUIZ CARLOS DE PAULA (Percussão), e LUIS VAGNER (Guitarra), nos festejos de Natal e Reveillon realizando shows no SUN CASINO DE MONTE-CARLO.

 

 E em Janeiro de 2011 fez parte do projeto "THE SAMBA-FUNK COMPANY" grupo formado por LUIZ CARLOS DE PAULA (Produtor-Bateria-Percussão), MARCO "CAIXOTE" PONTES (Keyboards-Direção Musical), JUNIOR MEIRELLES (Guitarra-Voz),SERGIO OLIVEIRA (Baixo), LUIS VAGNER (Guitarra-Voz), realizando 10 shows no "MOODS MUSIC BAR" em MONTE-CARLO MONACO. Retornando ao Brasil em Fevereiro 2011, realizou alguns shows junto com o seu GRUPO AMIGOS LEAIS, no BAR MUSICAL "DIQUINTA" em São Paulo. Em Março 2011 participou do Programa de Televisão pela Internet "SHOWLIVRE" em São Paulo. E a partir daí retomando a carreira musical no Brasil realizando Shows por várias cidades brasileiras. E m 2014 retornou para a cidade de Porto Alegre RS, onde reside atualmente.

 

Curiosidades

 

Luis Vagner sempre foi um apaixonado por futebol. Jogou, na juventude, na categoria infanto-juvenil do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e, em 1989, após a morte do amigo Branca di Neve, embarcou para a França, onde jogou, aos 42 anos por um clube da Terceira Divisão daquele país, o Vaux Sur Senne. Após essa experiência internacional, retornou ao Brasil e retomou sua produção musical.

 

 Discografia

 

Álbuns de estúdio

 

Simples (1974)

 

Cousas e Lousas (1975)

 

Luis Vagner (1976)

 

Fusão de raças (1979)

 

Pelo amor do povo (1982)

 

Conscientização (1988)

 

Cilada (1990)

 

Vai dizer que não me viu (1995)

 

Brasil AfroSulRealista (2001)

 

Swingante (2001)

 

Álbuns ao vivo

 

O som da negadinha - ao vivo (1986)

 

Lilian Knapp

Monday, 21 November 2016 09:49 Written by

 Lilian Knapp, cantora e compositora, começou a carreira em 1965 na dupla Leno e Lílian, fazendo muito sucesso com Leno até o fim da dupla em 1967,  até voltar com a dupla em 1972, encerrando a parceria novamente em 1974 quando saiu em carreira solo. Leno e Lilian, grande sucesso da  Jovem Guarda.

Enquanto o mundo caminhava para o que seria o período de maior transformação nos seus costumes, Lilian Knapp compunha músicas de sucesso como: “Devolva-me”, gravada por Leno & Lilian e regravada por diversos artistas; “Pica Pau”, gravada originalmente por Erasmo Carlos também com várias regravações, ambas com Renato Barros (Renato e seus blue caps), além de versões de sucesso, como: “Eu só penso em você”, gravada originalmente por Jerry Adriani e regravada por Zezé di Camargo e Luciano, juntamente com Willie Nelson, sendo tema de novela da Rede Globo, além de tantas outras.

Nos anos 70, Lilian inicia sua carreira solo com a música: “Como se fosse meu irmão”, com vendagens acima de 400.000 cópias e fazendo parte da trilha sonora do filme Pixote a lei do mais fraco.

No final dos anos 70 e início dos 80, Lilian volta a cena do mercado musical explodindo nas paradas com a música “Sou Rebelde”, versão do mago Paulo Coelho, sendo primeiro lugar de vendas e execução em todo o território nacional e por grande parte da América Latina, alcançando a marca de mais de 1.000.000 de cópias vendidas, música que até hoje, junto com Devolva-me, são as campeãs de preferencia do público. Este seria seu primeiro Disco de Ouro.

Em 1980 com o lançamento da música: “Uma música lenta”, Lilian volta a vender mais de 800.000 cópias e ganha seu segundo Disco de Ouro.

Viajou para a Europa, morou em vários países, fixou residência por quatro anos na Argentina, onde trabalhou com jingles, junto a maior agencia de propaganda do país, ao lado de Eduardo Schejtman.

Em 92 volta ao Brasil, lança seu 28º disco, relembrando grandes sucessos e gravando outros autores. Volta a compor e faz belas músicas ao lado de Ed Wilson, Carlos Colla, Cláudio Mazza, Renato Ladeira, entre outros, consolidando sua carreira de compositora, tendo suas músicas interpretadas por Sandra de Sá, José Augusto, Sandy & Júnior, Gugu, Tom Cavalcanti, entre tantos outros que até hoje gravam e regravam suas músicas.

Lilian Knapp, durante esses anos, participou de vários projetos, entre eles: 30 Anos De Jovem Guarda (Universal-Polygram) gravando junto com Ed Wilson os sucessos “Devolva-me” e “Pobre Menina”, Jovem Guarda (Sony), Milenium (Sony), Discoteca do Chacrinha (Universal) regravando “Sou Rebelde”, Brilhantes (Sony), Romântica (BMG), além de trabalhos solo e em participações em cds de outros artistas.

Lilian Knapp participa como cantora e compositora do Projeto Rockomodo nos CD s ROCKOMODO (2007) E ROCKOMODO*VIDA (2016).

    

Devolva-me, alcançou o topo das paradas, em 2.000/2001, na interpretação de Adriana Calcanhoto, gravada ao vivo no CD Público inclusive fazendo parte da trilha sonora da novela das 20:00h.,  “Laços de Família”, da Rede Globo, sendo incluída no CD Internacional, lançado pela gravadora Som Livre, ganhando o “Troféu Imprensa” como melhor música do ano de 2000 e concorreu ao “Premio Multishow” também, como melhor música do ano, MVB da MTV, além de encerrar o festival da Rede de Televisão Portuguesa (RTP), sendo ovacionada como uma das músicas mais tocadas este ano em Portugal. Laços de Família está sendo reprisada em 2005 e novamente “Devolva-me” volta ao sucesso.

 

Lilian Knapp lançou um livro chamado “Como um conto de fadas”, onde conta sua trajetória pelo mundo artístico, além de alguns casos curiosos da época da Jovem Guarda, como seu namoro com Renato (Renato e Seus Blue Caps) e outras particularidades, 

  

além do lançamento de seu CD, “Lílian Knapp”, com produção sua e de Paulo César Barros, contendo oito músicas inéditas, entre elas: “Logo agora” de Lilian Knapp e Carlos Colla, “Amores vem e vão” de sua autoria em parceria com Ruban Barra e Dalto, “Meu pai”, sua com Renato Ladeira, além das regravações de Devolva-me, Deus é quem sabe e Esqueça e perdoa sucessos seus na década de sessenta.

 

Lilian Knapp também participa da banda de rock KYNNA

 

Banda formada em 2007, pela carioca Lílian Knapp (vocais) e os paulistas Luiz Carlini (guitarras) e Cadu Nolla (bateria e vocais). 

Recém gravado, lança seu primeiro cd com tendências do rock underground, rock de garagem, com produção própria e fotos de Fernando Flambart.

Do Rio Grande do Sul, conta com os compositores: Júpiter Maçã (Miss Lexotan 6mg e Lugar do Caralho), Wander Wildner (Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro), Graphorréia Xilarmonica (Colégio Interno) e Bidê ou Balde (É Preciso Dar Vazão aos Sentimentos), além da participação especial de Astronauta Pingüim, com seu Moog infernal. 

Do Recife gravamos a música “Só o pó” da banda Radio de Outono e no mesmo feeling, trouxe a inédita “Quanto Tempo”, de Lílian Knapp e Alexandre Guedes/Cadu Nolla da  banda paulista dos anos 70/80, Colírio, num rock mais intenso e nessa mesma levada uma regravação de “Eu Te Dispensei”, de autoria de Lílian Knapp/Marcio Augusto.

Não poderíamos deixar de lado o Rio de Janeiro, de onde sacamos “Musica de Amor”, do “Autoramas”, autoria de Gabriel e Érika Martins.

Faixa Bônus: “Let us Glow”, da banda Tetine, uma levada mais soft de brasileiros radicados em Londres.

 

 Discografia

 Leno e Lílian

 Estúdio

 1966 - Leno e Lilian

 1967 - Não Acredito

 1972 - Leno e Lilian

 1973 - Leno e Lilian

 Compactos

 1966 - Devolva-me / Pobre Menina

 1967 - Está Pra Nascer / Não Vai Passar

 1967 - Coisinha Estúpida / Um Novo Amor Surgirá

 Compactos duplos (EP)

 1966 - Leno e Lilian

 1967 - Leno e Lilian - Vol. II

 1967 - Não Acredito

 1968 - Não Acredito - Vol. II

 coletâneas

 1966 - As 14 Mais - Vol. XVIII com as canções Devolva-me e Pobre Menina

 1967 - As 14 Mais - Vol. XIX com as canções Está pra Nascer e Não Vai Passar

 1967 - As 14 Mais - Vol. XX com as canções Não Acredito e Parem Tudo

 Carreira solo

 Estúdio

 1979 - Lílian

 1992 - Lílian

 2001 - Lílian Knapp

 Compactos

 1974 - Como Se Fosse Meu Irmão / Pra Onde É Que Você Vai?

 1976 - Meu Nego / Hoje Eu Preciso

 1978 - Sou Rebelde / Eu Sem Você

 1979 - Uma Música Lenta / Hoje e Amanhã

 1980 - Vai Voltar / Eu Te Espero

 1981 - Esta Noite / Feliz, Feliz, Feliz Comigo

 1981 - Das 9 às 5 / Acho Que Eu Gosto Mesmo É de Sofrer

 1981 - Frente a Frente / Amar Você pra Sempre

 1982 - Gaivota / Homem Pássaro

 1983 - O Sonho / Não Dá Mais Pé

 Compactos duplos (EP)

 1980 - Vai Voltar / Amor Inconstante / Quero Te Dar Amor / Como Duas Crianças

 1982 - Das 9 às 5 / Acho Que Eu Gosto Mesmo É de Sofrer / Frente a Frente / Amar Você Pra Sempre

 Coletâneas

 1995 - 30 Anos de Jovem Guarda - Vol. 5 com as canções Lacinhos Cor de Rosa, Pobre Menina e Devolva-me, sendo que as duas últimas são dueto com Ed Wilson.

2007 - Rockomodo

2016 - Rockomodo*Vida

Ronald Antonucci

Monday, 21 November 2016 09:42 Written by

  

 No início da carreira, Ronald Antonucci cantava sozinho, com o nome de  Ronald Red e seu irmão Marcio Antonucci como  Jett Williams, mas, no programa de TV 'Festival dos Bairros', em 1964, resolveram cantar em dupla. Palmeira e Alfredo Corletto, produtores da gravadora Continental, assistiam ao programa, e os contrataram. Aí então nasceu “Os Vips”.

 

 A primeira gravação da dupla, em 1964, foi 'Tonight', composição deles com letra em inglês, incluída no LP da Record 'Reino da juventude', reunindo artistas participantes do programa homônimo, apresentado por Antônio Aguilar. O nome da dupla foi escolhido por causa do filme The Vips (1963), com Richard Burton e Elizabeth Taylor, aqui traduzido como Gente Muito Importante.

 

 A dupla teve vários sucessos. Na grande maioria, composições de Roberto Carlos: 'A volta' (1966); 'Emoção' (1965); 'Faça alguma coisa pelo nosso amor' e, após a mudança para a CBS em 1968, as músicas também de Roberto: 'É preciso saber viver' (1968) e 'Largo tudo e venho te buscar'.

 

Gravaram uma série de versões dos Beatles, como 'Menina Linda' (I Should Have Known Better), 'Coisas Que Acontecem' (Things We Said Today), 'Obrigado, Garota' (Thank You Girl), 'Michelle' e 'Submarino Amarelo'.

 

Em 1968, o programa Jovem Guarda foi cancelado pela TV Record; Márcio acabou se mudando para o Rio de Janeiro, para trabalhar na Som Livre, enquanto Ronaldo permaneceu em Santana, para montar negócios com o dinheiro ganho pela dupla. O primeiro empreendimento foi o "Vip’s Burguer", de 1968, em Santana. O "Vip’s Burguer" virou rede, com uma filial aberta na Alameda Jaú, nos Jardins, e outra em Atibaia. Em 1969, teve início o "Vip’s Buffet", na Avenida Nove de Julho. O bufê e as lanchonetes foram vendidos, posteriormente.

 

Em 1970, voltaram à Continental e, sob o nome artístico 'Márcio e Ronaldo', gravaram sucessos, como 'Só até sábado' (de Lilían Knapp). Em 1976, a dupla se separou e Márcio se tornou produtor da gravadora 'Som Livre'. 

 

Em 1990, um retorno da Jovem Guarda lotou o Asa Branca no Rio de Janeiro. Reunidos, gravaram um LP ao vivo pela Som Livre ('A volta', lançado em janeiro de 1991, que vendeu 300 mil cópias).

 

 

Em 1995, foi lançado um CD quíntuplo, com 29 artistas capitaneados pelos Vips, para comemorar os 30 anos do movimento, e vendeu 3 milhões de cópias. Seu irmão Márcio fez carreira na TV Globo, onde foi considerado um dos melhores diretores da emissora, bem como Record e SBT . Em 20 de janeiro de 2014, Márcio Antonucci faleceu na cidade de Angra dos Reis, onde estava internado.

 

Discografia

• (1994) Maiores sucessos • Continental • LP

• (1991) A volta • Som Livre • LP

• (1967) Faça alguma coisa/Volte benzinho • Continental • Compacto simples

• (1967) Os Vips • Continental • LP

• (1967) Não interessa saber • Continental • Compacto simples

• (1966) A volta/Iá-iá-ô • Continental • Compacto simples

• (1966) Tão longe, tão perto/Oração de um broto • Continental • Compacto simples

• (1966) Os Vips • Continental • LP

• (1966) Choro cantando/Oração/Lá muito/Afinal • Continental • CD

• (1966) Submarino amarelo/Procurando • Continental • Compacto simples

• (1965) É inutile/Lá muito além • Continental • Compacto simples

• (1965) Menina linda/Emoção • Continental • Compacto simples

• (1965) Os Vips • Continental • LP

• (1965) Menina linda/É inutile/Emoção/Flamengo • Continental • CD

• (1965) Afinal chegou/Rostinho triste • Continental • Compacto simples

 

Deny D.

Monday, 21 November 2016 09:39 Written by

 Deny D.

Release 

Participou da dupla Deny * Dino

 

Deny * Dino: nasceram e viveram boa parte de suas vidas em Santos, em carreiras separadas como “Danny Rod” e “Di”, até que um dia resolveram tentar a sorte em São Paulo, como dupla e como ela estava ao lado deles, as oportunidades foram aparecendo e surgiu a dupla Deny * Dino .

Contratados pela gravadora Odeon, gravaram o primeiro compacto simples "Coruja", o maior sucesso de sua carreira e marca registrada da dupla. Graças ao trabalho e dedicação que teve a fundamental participação de Tony Campello na produção e direção, que ganharam o primeiro troféu de sua carreira, o Chico Viola, o maior premio concedido aos artistas da época.

Em seguida vieram outros sucessos, tais como "Eu só quero ver" de Sérgio Reis, "Ciúme" e “Pra ver você chorar" de autoria da própria dupla que faz parte do terceiro compacto duplo e segundo Lp, primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o Brasil, por um bom tempo que lhes valeu o segundo Chico Viola, não recebido.

Desde então Deny * Dino nunca mais tiraram o pé da estrada, até 2014, Deny continua dentro do cenário artístico musical, como Deny D., ele costuma dizer que: "participar é uma glória, fazer parte é um privilégio", da história do rock popular brasileiro. 

O amor à arte aliado ao talento, fez de Deny * Dino uma das maiores duplas de rock do país, ouvi-los nos faz recordar velhos tempos, belos dias dos anos dourados da música.

Depois da participação em 1995 com 3 faixas nos CDs da Polygram "30 anos de Jovem Guarda" onde foram vendidos mais de dois milhões e meio de cópias, veio gravação do CD Deny * Dino "Essencial", pelo Acervo Discos, em 2005 veio o DVD “Jovem Guarda Pra Sempre”,  pela gravadora Atração Fonográfica com a participação de vários artistas convidados, retornaram em 2007 com inovações no repertório para poder levar ao público uma proposta nova, diferente, arrojada um     som voltado à  todas gerações de roqueiros, Deny * Dino fazem parte do Projeto Rockomodo, em 2007 participaram do CD ROCKOMODO, contando também com a participação solo de  Deny D.,  na maioria de suas faixas tanto como cantor, músico e co-produtor , em 2012 saiu uma coletânea “The Collection” com músicas inéditas, já em sua carreira solo, em 2016, Deny D. participa do CD ROCKOMODO*VIDA, continuando sua história de sucessos na estrada da música e da vida .

 Discografia :

 2016) Deny D. Rockomodo * Vida

 2012) The Collection

 2007) Deny D Rockomodo

 2005) CD/DVD 40 anos da Jovem Guarda

1995) 30 Anos da Jovem Guarda  

1995) Essencial • Acervo • CD

(1982) Não devo chorar/O amor é a vida • Continental • Compacto simples

(1979) Ainda vai chegar o dia/Bêbado • Tapecar • Compacto simples

(1977) Por toda a vida/Tirando sarro • Continental • Compacto simples

(1976) Da vida nada se leva/A photo • Continental • Compacto simples

(1975) Teu peso em ouro/A cara e a coragem • Continental • Compacto simples

(1975) O maior golpe do mundo/Esse cara não tá com nada • Continental • Compacto simples

(1973) Cantem comigo/Você precisa se acostumar • Top Tape • Compacto simples

(1972) Nem um minuto mais/Espero • Sinter • Compacto simples

(1971) O conteúdo do blá/Olha a cara dele • Odeon • Compacto simples

(1971) Sem sentido/Matuto • Odeon • Compacto simples

(1970) Capricho/Hey, alô princesa • Odeon • Compacto simples

(1969) Shut up/O quanto eu te quero • Odeon • Compacto simples

(1969) Shut up • Odeon • LP

(1968) Assim vai mal/A minha vida não existe sem você • Odeon • Compacto simples

(1967) Eu só quero ver/Cathedral • Odeon • Compacto simples

(1967) O ciúme/Pare, pare, pare/Pra ver você chorar/Lição de moral • Odeon • CD

(1967) Ciúme • Odeon • LP

(1966) Coruja/O estranho homem do disco voador • Odeon • Compacto simples

(1966) Coruja • Odeon • LP